2008-05-11

Despida de ti...

Vou-me despindo de ti...
Vou deixando pelos cantos os pedaços
da tua lembrança...
vestida e usada
até à exaustão dos sentidos...
Vou-me despindo de ti...
E encontro a minha pele...
Por mim esquecida...
Visto-a
e volto a viver!

Mil beijinhos

7 Comentários:

Blogger Alexandre escreveu...

Este comentário foi removido pelo autor.

13/5/08 15:13  
Blogger Alexandre escreveu...

belo poema!

descreve esse dorido
desvestir-se de algo/alguém
que agasalhou-nos ao extremo
do prazer e ternura
porém, findou.

folhas secas
deixadas ao vento
restos de carícias sobre lençóis
desarrumados.

a cura
vestir-se de si mesma
recuperar a própria pele
(ou descartá-la)
para encontrar outra
desigual
mas novamente sua.

bebemorar sim
com meio copo de cicuta.

13/5/08 15:15  
Blogger EDUARDO escreveu...

Poema vestido com beleza e ternuras!

Beijao!

Paradoxos

21/5/08 23:48  
Blogger Dois Rios escreveu...

O desnudar-se de um amor esfria os sentidos da alma.

Bjs,

10/6/08 14:59  
Blogger Vieira Calado escreveu...

Gostei do poema. Tem frases muitos interessantes, diferentes.
Bom fim de semana.

15/6/08 14:49  
Anonymous Dora Coimbra escreveu...

Ana, obrigada pela sua passagem pelo meu blog e pelo carinho. Esta vosso blog está muito interessante e este poema é lindo, parabéns.
Dora Coimbra
http://coimbra.romandie.com
http://molelos.romandie.com

21/6/08 22:01  
Anonymous Charlie escreveu...

Vestimos o poema arrancado da alma e dele fazemos a pele.

27/7/08 22:26  

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